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Terremoto atinge região central do Peru

Um terremoto de magnitude 5,4 atingiu a região central do Peru na madrugada desta terça-feira, 14, com epicentro próximo à província de Espinar, em Cusco, a 17 quilômetros da Cordilheira Huayhuahuasi e a uma profundidade de 143 quilômetros. Segundo o Instituto Geofísico do Peru, o tremor foi classificado como de baixa intensidade e não causou grandes danos, sendo considerado “fraco”.

Um terremoto de magnitude 5,4 atingiu a região central do Peru na madrugada desta terça-feira, 14. As informações foram divulgadas inicialmente pelo Centro Alemão de Pesquisa em Geociências.

O abalo se deu a uma profundidade de 143 quilômetros e, pelo menos até este momento, não causou grandes danos.

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O tremor ocorreu às 3h21 (pelo horário local), a 17 quilômetros da Cordilheira Huayhuahuasi, uma cadeia de montanhas dos Andes peruanos localizada no entorno das regiões de Âncache, Lima e Huánuco. O epicentro foi próximo da província de Espinar, em Cuzco.

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Tremor foi ‘fraco’, dizem autoridades peruanas

De acordo com o Instituto Geofísico do Peru, o terremoto foi de baixa intensidade, classificado como de grau 2 (classificação destinada a tremores de magnitudes entre 4,5 e 5,9).

Segundo a agência estatal responsável pela emissão de informações sísmicas no Peru, terremotos situados nessa faixa são mais “fracos” e não costumam causar “danos”.

Anel de Fogo do Pacífico

O Peru está localizado no chamado Anel de Fogo do Pacífico. Trata-se de uma vasta área, em formato de ferradura, com cerca de 40 mil quilômetros de extensão, na qual é registrada a maior parte de terremotos e erupções vulcânicas do planeta.

O Anel de Fogo circunda quase todo o Oceano Pacífico, passando pelas Américas, Ásia e Oceania. A região é geologicamente instável por causa do encontro e da colisão entre várias placas tectônicas. Nessas áreas, uma placa desliza por baixo de outra, o que derrete rochas e provoca forte pressão, resultando na formação de milhares de vulcões e abalos sísmicos.

Leia também: “Venezuela abalada”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 330 da Revista Oeste

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