Gilberto Gil precisou brigar em cartório para colocar o nome de Preta na filha; cantora respirou aliviada por não ter sido batizada com a primeira escolha do pai: ‘Ainda bem que não…’
Prestes a completar 1 ano, a morte de Preta Gil será ressignificada por familiares e amigos com o lançamento do documentário “Preta – Eu Não Ando Só”e da série documental original Globoplay “Meu Nome é Preta”, que vão ao ar na próxima segunda-feira (20).
Nas produções, além de homenagens feitas pelos mais próximos, muitos trechos de tudo o que Preta viveu – e registrou – após descobrir que estava com câncer.
Em uma parte da série documental, exibida antecipadamente pelo “É de Casa”, Gilberto Gil e a própria Preta comentam, em uma bate-papo descontraído, sobre a origem do nome da cantora. “A primeira possibilidade para o meu nome seria Pedra, que era o feminino de Pedro”, entregou a artista. “Ô Jesus, ainda bem que não…”, disse com o bom humor que sempre lhe foi peculiar.
“Eu acho que Preta não teve tanta vantagem assim… do ponto de vista de uma aceitação. O estranhamento foi o mesmo”, decretou o pai da artista, com quem Preta se apresentou – e emocionou – pouco antes de sua morte.
Gilberto Gil revela que não foi fácil registrar Preta Gil
Ao falar sobre a decisão de colocar o nome da filha de Preta, Gilberto Gil assumiu que enfrentou resistência externa. “Uma semana depois do nascimento dela eu vim a um cartório de Copacabana registrá-la. Quando a escrivã me perguntou do nome dela, eu disse: ‘É Preta’. Ela estranhou”. Diante da negativa do registro, Gil insistiu e questionou enumerando outros nomes como Rosa, Clara e Bianca que também se referem a cores.
Foi então que outra …
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