A Promotoria entendeu que há prova suficiente de autoria e materialidade para os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva, peculato, usura (agiotagem) e tráfico de drogas por integrarem e promoverem a atividade criminosa do PCC, baseada em quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático, relatórios do COAF e Receita Federal, colaborações premiadas, depoimentos testemunhais, registros audiovisuais e interrogatórios.
Caso Gritzbach: MP-SP pede condenação de 7 policiais por elo com PCC, lavagem de dinheiro, extorsão e cobrança de propina
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