Nesta segunda-feira, 20, o presidente do Chile, José Antonio Kast, decretou “estado de catástrofe” em partes do norte do país, incluindo a região de Coquimbo e a província de Huasco, em resposta a uma forte tempestade que começou em 15 de julho, resultando em chuvas intensas, bloqueio de estradas e isolamento de quase 100 mil pessoas. O evento climático causou pelo menos cinco mortes, quatro desaparecimentos e danos a mais de mil casas.
Em declaração coletiva à imprensa nesta segunda-feira, 20, o presidente do Chile, José Antonio Kast, decretou “estado de catástrofe” em parte do norte do país. Além disso, o Ministério da Saúde do país decretou alerta sanitário. As medidas ocorrem depois de uma forte tempestade provocar chuvas intensas, bloquear estradas e deixar quase 100 mil pessoas isoladas.
As chuvas também causaram ao menos cinco mortes, quatro desaparecimentos e danos em mais de mil casas, segundo registros oficiais.
O decreto de exceção constitucional autoriza a mobilização das Forças Armadas, restringe a circulação e acelera o envio de ajuda humanitária. A medida abrange a região de Coquimbo e a província de Huasco.
Tempestade no Chile começou na semana passada
A tempestade começou na quarta-feira 15, causando o transbordamento de rios, bloqueou estradas e provocou o isolamento de diversas comunidades. Em Coquimbo, enchentes, deslizamentos de terra e cortes de energia interromperam o abastecimento de água potável.
O vice-ministro do Interior, Máximo Pavez, classificou a chuva como anormal e extrema. Segundo Pavez, o volume previsto para um mês caiu em apenas uma hora. A Direção Meteorológica do Chile informou que o país não registrava uma tempestade tão intensa havia duas décadas.
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O Ministério da Energia estimou que cerca de 150 mil pessoas seguem sem energia elétrica. O gerente regional da empresa Aguas del Valle, Andrés Nazer, afirmou que os danos na infraestrutura obrigaram a retirada de equipes de algumas instalações.

