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Balsa com 133 pessoas afunda na costa da Guiana

Equipes de resgate atuam na costa da Guiana desde a noite de sábado 18, depois do naufrágio da balsa MV Barima, que transportava 133 pessoas entre Georgetown e Port Kaituma. Até o momento, 67 pessoas foram resgatadas, incluindo 15 crianças, enquanto dezenas permanecem desaparecidas e o número de mortos ainda não foi confirmado pelo governo local. A embarcação, com 87 anos de uso, afundou possivelmente devido a uma onda grande.

Equipes de resgate atuam desde a noite do último sábado, 18, na costa da Guiana, depois que uma balsa que transportava 133 pessoas afundou durante a travessia entre Georgetown e Port Kaituma. Até agora, 67 pessoas foram salvas, entre elas 15 crianças, conforme dados do governo local e da agência internacional de notícias AFP.

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As operações de busca continuam, já que dezenas seguem desaparecidas. O governo da Guiana ainda não confirma oficialmente o número de mortos. O primeiro-ministro Mark Phillips destacou o empenho das autoridades no socorro imediato e reforçou que não há informações precisas sobre a quantidade correta de vítimas.

Detalhes sobre o naufrágio e o resgate na Guiana

A embarcação MV Barima, com 87 anos de uso, havia saído da capital, Georgetown, às 3h15 e estava equipada com 250 coletes salva-vidas, dois botes rígidos e seis infláveis. O ministro do Trabalho, Juan Edghill, informou que recebeu o alerta às 23h01, e a principal suspeita é que uma onda de grande porte tenha provocado o naufrágio.

Militares da Guarda Costeira e barcos civis trabalham no resgate, enquanto forças de resgate deslocaram um segundo navio para servir como base médica temporária. Wayne Kitson, passageiro de 18 anos, relatou à emissora Kiskadee Watch que só percebeu o acidente ao acordar. Ele precisou nadar por seis horas para sobreviver. “Eu temi pela minha mulher e minha filha”, afirmou Kitson, segundo a AFP.

Leia também: “A ilusão revolucionária”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 331 da Revista Oeste

A tragédia ocorreu na rota marítima até Port Kaituma, localizada no território de Essequibo, região de 160 mil km² rica em petróleo. A Guiana administra a região há mais de cem anos, mas ela permanece alvo de disputa diplomática com a Venezuela.

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