Procurado, o advogado Rafael Maluf, que representa Boris Padilha, sustentou que a negociação da Ferrari aconteceu diretamente com Leonardo Rodrigues e não teve “qualquer intercorrência”. Segundo ele, os cheques sem fundos e o relógio falsificado “são referentes a uma transação comercial antecedente realizada exclusivamente entre o Sr. Carlos Barbosa e o Sr. Leonardo V. Rodrigues, sem qualquer vinculação ou interferência com o Sr. Boris” (leia nota na íntegra abaixo).
Ferrari de R$ 4 milhões é trocada por relógio falso e cheques sem fundo, denuncia empresário vítima de golpe
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